Gerson Brito
Gerson Brito
Gerson Brito

VAGABUNDO É O BOLSONARO


Por: | 28/05/2026

  A imagem  ilustra um fenômeno que tem se tornado cada vez mais visível nas ruas e no debate público brasileiro: a manifestação espontânea de cidadãos que expressam sua indignação em relação à conduta da família Bolsonaro. O cartaz exibido pelo Carlos Eduardo  na  Via Lhigt Centro de Nova Iguaçu Rio  Janeiro com os dizeres "VAGABUNDO É O BOLSONARO", sintetiza um sentimento de revolta que vai além das redes sociais e ocupa o espaço urbano.

​ Reflete essa perspectiva de crescente tomada de consciência 

​A Mudança de Percepção e a Cobrança Popular

​      O cenário político brasileiro tem demonstrado que a narrativa de idoneidade outrora defendida pelo clã Bolsonaro enfrenta um desgaste profundo diante da opinião pública. Para muitos cidadãos, o véu do discurso moralista caiu, dando lugar a uma percepção clara e fundamentada de que o período em que a família esteve no poder — e sua atuação parlamentar de décadas — foi marcado por práticas de desvio e enriquecimento questionável.

​O Despertar da Consciência Coletiva

     ​O que se observa nas ruas, de forma semelhante ao registrado nessa  imagem é o reflexo de um povo que passou a conectar os escândalos amplamente divulgados à realidade socioeconômica do país. A indignação popular se alimenta de investigações e revelações que envolvem:

​O esquema das "rachadinhas": A suspeita de desvio de salários de assessores nos gabinetes da família, apontando para uma prática antiga e estruturada de apropriação de dinheiro público.

​   O caso das joias e bens valiosos: A tentativa de internalizar e comercializar presentes de Estado, o que, para grande parte dos críticos, configurou um verdadeiro saque ao patrimônio que pertence à nação.

​     A contradição do discurso: A promessa de combate à corrupção que ruiu à medida que mecanismos de controle e fiscalização foram enfraquecidos para blindar aliados e familiares.

​Do Silêncio à Linha de Frente

​    A percepção de que o país foi lesado não se restringe mais aos debates acadêmicos ou editoriais de jornais; ela molda a postura do cidadão comum. O trabalhador que enfrenta as dificuldades diárias passou a enxergar nos privilégios e nas suspeitas que cercam o clã Bolsonaro uma afronta direta à sua dignidade


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