Antonio Caldas
Antonio Caldas
Antonio Caldas

CRÔNICA

Por: | 30/03/2024

 


Dias desses encontrei uma amiga de infância e, imagine como foi a receptividade! O levantar do tempo entre nós foi um pouco longevo e silencioso. Coisas da vida, hein! A bem dizer, num reencontro sempre surge perguntas das mais significativas tendências e observações. Afinal, a experiência armazena expertises que, por vezes, as ignoramos.

 

Em uma primeira abordagem, a amiga lança um semblante que, logo imaginei uma repentina preocupação. Falar da vida, experiências amorosas, desencontros de fidelidades, mágoas, traições, ânsias irreparáveis e, por fim, um veemente e deprimente pedido de socorro. Então, idealizar ideias férteis diante de fatos de tamanhas referências impositivas, decerto, não é um caminhar fértil. 


Afinal, quem entre nós não viveu um vasto histórico romântico na infância? Quem nunca se decepcionou em um colóquio de convivências amorosas? Quem nunca sofreu por um pouquinho da afetividade? Quem nunca se expôs frente a desilusões?  Mas, que crônica é essa que mais parece o prenúncio de uma fatalidade fúnebre?    


Pois bem amigos (as), o histórico da vida é uma sequência de fatos, seguida de consequências de atos.  É neste binômio que germinam a composição da teia da vida.  Vidas que conhecemos até o estado presente do hoje. Mas, não será possível a perceber no caminhar do amanhã que está por vir. Decerto. 

                                                                   

                                                                                                         29 de março de 2024


Caldas.


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