
Impressiona o traço característico de violência dos norte-americanos, ao longo de sua história. O genocídio praticado contra as populações indígenas nos Estados Unidos, guardando proporções, se compara com o extermínio das nações indígenas da América Latina. Aqui, quanto lá, o massacre se revestiu de intensa brutalidade. A Guerra da Secessão americana, entre eles (norte x sul), foi a consolidação da truculência que seria estendida aos povos de várias nações por séculos.
A supremacia da barbárie americana escolhe os alvos em 1945, no final da 2ª Guerra Mundial: Hiroshima, em seguida Nagasaki, cidades do Japão. Constituíram o palco para o lançamento criminoso das bombas atômicas que mataram e marcaram com feridas profundas mais de 500 mil pessoas, em grande parte, velhos e crianças. A potência da bomba liberou uma onda de calor de 5,5 milhões graus Celsius. Acrescentem-se ventos de 385 km/h, arrastando tudo e a todos.
Estima-se que, no momento da explosão (Hiroshima), morreram 90 mil pessoas. Ato desumano, desnecessário; a guerra já estava definida em favor dos aliados. No Vietnã, francês e americano, outros povos invasores não levaram em consideração as lições da história. Os franceses antes, na batalha de Dien Bien Phu, cidade que deu nome à batalha, em 1954, foram banidos. Região rica na produção de arroz, vital na alimentação dos que participaram da luta contra o colonialismo francês.
Depois os americanos, após anos de dominação, foram derrotados por um professor: Vo Nguyen Giap, conhecedor profundo das guerras. O grande estrategista da vitória. Escolhido por Ho Chi Minh, organizou um exército de camponeses, plantadores de arroz. Derrotou o maior poderio bélico do mundo. Importante registrar, o governo americano, em tonelagem, jogou uma quantidade de bombas maior que todas as da 2ª Guerra Mundial.
Destroçaram o país com armas químicas, biológicas, praticamente todos os povoados do Norte. Mudaram cursos de rios, queimaram as aldeias e florestas com napalm (com mais de um milhão de mortos). No Afeganistão, ontem, os ingleses. No futuro, mais uma vez serão expulsos, juntamente com os americanos. Por mais criminosos e aterrorizantes sejam os bombardeios, que massacram civis adultos e crianças.
Urgente se faz uma reflexão sobre o que efetivamente acontece nesses países, principalmente a partir de 2003, com a invasão do Iraque, envolvendo sistematicamente o assassinato de grande parte dos intelectuais, cientistas, pesquisadores, professores, jornalistas, entre outros. O saque é profundo, com a destruição do patrimônio histórico e cultural. Séculos de história, acervos bibliográficos incalculáveis. Horripilante. Um dos maiores crimes contra a humanidade.
É crime de guerra. Praticado à luz de todos os dias. Nas ruas, vilas, cidades, nas prisões Guantánamo (Cuba), Abu Ghraib Iraque, fechada em 2006. A tortura se alastrou como método de interrogatório. Barack Obama, ex-presidente americano, ao contrário do que parecia, manteve a mesma estrutura de terror da era Bush. Difere no aumento das tropas no Afeganistão, para completar o extermínio. A festa para as empresas controladoras das jazidas de petróleo continua. As exaustivas inspeções técnicas comprovaram: o Iraque não possuía as armas de destruição em massa, pretexto para a invasão. A Líbia, Siria... queimaram pela ganância americana.
Os terroristas, para inúmeras pessoas do mundo inteiro, estão sem o capuz: Barack Obama, George W. Bush, Donald Rumsfeld e tantos outros que são responsáveis pelo estado de terror implantado no Afeganistão e no Iraque. O terrorista Trump é capacho da indústria armamentista e abusador de criancas, gigolô de Bolsonaro, quer roubar o petróleo da Venezuela na marra, com o sequestro de Maduro. Trump e o Sionista assasino de crianças indefesas Netanyahu miraram o alvo errado. O assassinato de Ali Khamenei e outros dirigentes uniu o povo, Persa. O Irã tá botando pra correr as forças militares americanas, com ataques certeiros em todas as bases americanas do Oriente. Israel em pânico, vai pagar um preço pelo Genocídio em Gaza. Fustigado pelo resto da vida, Netanyahu se esconde como rato, a cada toque das sirenes. O Irã passei no Céu de Israel. Não pode parar.
A mídia se mantém calada sobre a realidade dos bombardeios certeiros do Irã ao Estado Sionista Terrorista de Israel. A mídia assiste passivamente, vestida de cor marrom, os crimes mais hediondos contra os Palestinos em Gaza. Que o Irã vingue as crianças Palestinas, estão morrendo todos os dias de fome, nos bombardeios cruéis..., que Alá proteja as civilizações muçulmanas.
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