
Não há como negar, nem crucificado nos abatedouros da morte, sob o comando das Milícias da Muzema, do Rio de Janeiro. De cabo a rabo; que a maioria dos pastores que votou e ainda apoia Bolsonaro, que passa férias na Papudinha, agora em casa; cospe na bíblia. Antes, durante, e depois do culto. Também uma parte apodrecida, melhor dizendo, ressuscitando das entranhas da Idade Média, dentro da Igreja Católica, que tanto torturou, matou em nome da fé. O nosso respeito aos pastores que não são venais, que realizam trabalhos sociais nas comunidades, e fazem uma leitura do livro sagrado sem extorquir. Eu conheço alguns, mesmo discordando do Paraíso depois da morte que propagam. Céu e o Inferno têm endereço na Terra: para as camadas dominantes exploradoras do trabalho, vivem no Céu, e quem produz as riquezas são os trabalhadores e trabalhadoras, que não tem direito a ela, habitam o inferno pelas condições de vida degradantes, exploradas ao extremo financiando historicamente as elites que nada produzem. Não há como negar, todos eles falam mais do Satanás do que em Jesus. Assustam, causam pavor, rodando initerruptamente no juízo dos fiéis, o Gramunhão, o Capeta, com sabor de enxofre; até que joguem no bolso dos trambiqueiros da fé o pouco que têm. Recebem propinas em barra de ouro, roubam bancos, sem disparar um tiro, vários envolvidos com estupros, mas protegidos pela Lei, que assegura o livre culto.
Estão na investigação do Banco Master. A bíblia se tornou um recipiente de consultório dentário, algo parecido com o ato de extrair uma presa, quando o dentista diz: pode cuspir. Ao longo do processo civilizatório, em quase todas as épocas, as ideias pedagógicas dominantes sempre foram as das camadas dominantes, o material pedagógico, o ritual pedagógico..., embora a contradição fundamental, na essência, situa-se no modo de produção. A escola como instituição da sociedade civil, pela circulação e possibilidade de trabalharmos também nas outras instituições, nos permitem em regimes ditos “Democráticos” a construção da contra-hegemonia (visão de mundo das camadas subalternas), pelos educadores e educadoras, que entendem que também são trabalhadores. Destaque na época que o ladrão de joias e assassino de mais de 400 mil, pela recusa da Vacina do COVID-19, para um ministro da Educação, Milton Ribeiro, saído quentinho das Trevas, em a gente deixando, pela concepção que tem que as crianças podem ser açoitadas, que essa violência pode ser aplicada às crianças, todos os professores e professoras terão que comprar um cipó do rabo do boi. Mas, para na hora certa, na hora do pipoco, na hora do pinote correr atrás de todas e todos truculentos que compuseram o governo fascista da Chapa da Pólvora, que venceu as eleições através das fraudes. Os trabalhadores, movimento docente/discente/de funcionários, por uma questão moral, não podem de modo algum permitir que esses ignorantes, desprovido de qualidades educacionais, de conhecimentos pedagógicos, sem qualquer especialidade em políticas educacionais, apareçam em qualquer instituição educacional do país. São arremessadores de cuspe na bíblia, são Capitães do Mato, como todos eles e elas que fizeram parte do governo mais abjeto, pós ditadura militar.
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