Antonio Caldas
Antonio Caldas
Antonio Caldas

Papéis inertes e sem cores.

Por: | 06/05/2026


Hoje, pus-me a refletir sobre os atributos da vida, mergulhei nas madrugadas de uma infância sofrida e revivi caminhos inóspitos em busca de querências desconhecidas. Tratei-me de lidar com o tempo, reconstruí argumentos, dei sentido aos sentimentos e colori os sonhos da vida. 

 

 

Fulô de cacto, flor de amor, saudade, alegria, quem nos separou? 

 

Morri nos teus braços, sofri por amor, amor derradeiro, olhar sorrateiro, buquê de flor.

 

Sonhos perdidos, ilhas de ilusões, pássaros que voam em revoadas, mãos calejadas, papéis inertes e sem cores.

 

Costumo dizer que aquilo que se pensa antes de se criar é novo; pensar depois é tardio.   Para se quebrar paradigmas, é necessário refazer o que se pensou e ainda não foi feito. O primeiro passo para se fazer uma longa travessia deve ser firme como uma rocha. Evite os percalços.

 

Caldas


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