Antonio Caldas
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Antonio Caldas

Ética na política

Por: | 30/06/2026

Ética na política

 

Em 2026, as eleições no Brasil ocorrerão entre dois candidatos: no campo democrático, representando o Estado Democrático de Direito, o atual presidente, Luís Inácio Lula da Silva. No campo oposto, representando o retrocesso histérico da extrema-direita, o entreguista Flávio Bolsonaro numa composição com Donald Trump, representando os EUA, ambos alinhados aos fundamentos e argumentos da doutrina Monroe, "anunciada oficialmente em 2 de dezembro de 1823 pelo presidente dos Estados Unidos James Monroe."

 

O advento, entre 2013 e 2022, período de governança de Michel Temer e Jair Bolsonaro, fez com que o Brasil involuísse drasticamente nos cenários democrático, cultural, educacional, de saúde, segurança alimentar, social, ambiental e econômico, teoricamente, em média de 35%. As frases: “colar uma bomba chilena no bolso do funcionalismo público” (Paulo Guedes), “abrir a porteira para a boiada passar” (Ricardo Sales), “um manda e o outro obedece” (Eduardo Pazuello), “a educação deve ser um meio de formar cidadãos, não um meio de formar cidadãos” (Ricardo Vélez Rodrigues). Frases célebres amplamente veiculadas na mídia nacional, proferidas por alguns dos ex-ministros de Bolsonaro.

 

Buscar a dialética da reconstrução do Estado de Direito Democrático e reestabelecer a convivência harmoniosa entre os poderes republicanos, decerto, nos dias atuais, é uma tarefa árdua, porém, é uma necessidade premente. Retroceder ao estatuto de Brasil colônia, abdicando da soberania nacional, é guilhotinar duplamente as nossas conquistas, atuais e históricas. Avante, Brasil. Una-se, povo! 

 

Caldas

 


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