Ética
na política
Em
2026, as eleições no Brasil ocorrerão entre dois candidatos: no campo
democrático, representando o Estado Democrático de Direito, o atual presidente,
Luís Inácio Lula da Silva. No campo oposto, representando o retrocesso
histérico da extrema-direita, o entreguista Flávio Bolsonaro numa composição
com Donald Trump, representando os EUA, ambos alinhados aos fundamentos e
argumentos da doutrina Monroe, "anunciada oficialmente em 2 de dezembro de
1823 pelo presidente dos Estados Unidos James Monroe."
O
advento, entre 2013 e 2022, período de governança de Michel Temer e Jair
Bolsonaro, fez com que o Brasil involuísse drasticamente nos cenários
democrático, cultural, educacional, de saúde, segurança alimentar, social,
ambiental e econômico, teoricamente, em média de 35%. As frases: “colar uma
bomba chilena no bolso do funcionalismo público” (Paulo Guedes), “abrir a
porteira para a boiada passar” (Ricardo Sales), “um manda e o outro obedece”
(Eduardo Pazuello), “a educação deve ser um meio de formar cidadãos, não um
meio de formar cidadãos” (Ricardo Vélez Rodrigues). Frases célebres amplamente
veiculadas na mídia nacional, proferidas por alguns dos ex-ministros de
Bolsonaro.
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a dialética da reconstrução do Estado de Direito Democrático e reestabelecer a
convivência harmoniosa entre os poderes republicanos, decerto, nos dias atuais,
é uma tarefa árdua, porém, é uma necessidade premente. Retroceder ao estatuto
de Brasil colônia, abdicando da soberania nacional, é guilhotinar duplamente as
nossas conquistas, atuais e históricas. Avante, Brasil. Una-se, povo!
Caldas
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